Publicado por comunicacao, 23/09/2026
Durante o mês de agosto, as Secretarias Municipais de Desenvolvimento Social e Educação de Caratinga uniram esforços em uma série de ações de conscientização, reflexão e incentivo ao respeito, com o objetivo de fortalecer a prevenção e o enfrentamento à violência contra a mulher.
Como parte da campanha Agosto Lilás, estudantes da Rede Municipal de Ensino foram convidados a produzir frases relacionadas ao respeito, à proteção e ao combate à violência contra a mulher. A iniciativa busca levar o tema para dentro das escolas e estimular, desde a infância, a construção de relações baseadas no respeito e na igualdade.
As mensagens produzidas pelos alunos integram as ações de conscientização da campanha e trazem diferentes perspectivas sobre um tema que precisa ser discutido por toda a sociedade.
João Victtor Mariano André, da Escola Municipal Santo Antônio, orientado pela professora Rose Helena de Almeida Miranda Lacerda:
“No campo da vida, respeito é a regra. Violência contra a mulher é cartão vermelho!”
Ítalo Alves Carvalho, da Escola Municipal Professora Conceição Martins da Silva, orientado pela professora Leiziane da Silva Teófilo Costa:
“Agredir uma mulher equivale à agressão a uma geração inteira.”
Lorraine Vitória Ferreira Emílio, da Escola Municipal Pedrina Alexandre do Nascimento, orientada pela professora Crislaine de Lurdes Baese Januário:
“Aprenda a respeitar as mulheres desde pequenas. Violência nunca!”
Isabella Martins da Silva, da Escola Municipal Sebastião Clemente Vieira, orientada pela professora Karine da Silva Luca Ribeiro:
“O mundo fica mais leve quando você vê uma mulher sorrindo!”
Diego Reis Andrade, da Escola Municipal Crispim de Aquino Ramos, orientado pela professora Sara Ferreira da Silva:
“Carinho não machuca, respeito não agride. Violência contra a mulher: basta!”
Valentina Amorim Ribeiro da Cruz, da Escola Municipal Sebastião Martins de Paiva, orientada pela professora Ana Maria Manacés Oliveira:
“Lugar de mulher é onde ela quiser. Respeitar, proteger e acolher é nosso dever.”
Davi Luiz Loures Barbosa, da Escola Municipal Sebastião dos Santos Rosa, orientado pela professora Valéria Maria Soares:
“A educação que ensina o respeito hoje, protege as mulheres amanhã.”
Lívia Botelho Prado, da Escola Municipal Santa Efigênia, orientada pela professora Rozilene do Prado Alves:
“Respeito é bom e toda mulher gosta. Diga não à violência!”
Maria Alice Dias de Castro, da Escola Municipal Professora Maria do Carmo Ribeiro, orientada pela professora Simone Sevidanes Pinheiro de Assis:
“Respeito se aprende, violência se combate.”
Thabata de Lourdes Rosa Nascimento, da Escola Municipal Padre Roque Colombo, orientada pela professora Ângela Maria Dias da Silva:
“Seja a favor dos direitos das mulheres. Não importa a cor, a roupa, o jeito, somos todos iguais, precisamos lutar pelo que é certo: Respeito!”
Jamily dos Santos Sales, da Escola Municipal Padre José Walleck – Vinculada, orientada pela professora Ana Lucia Pena Ribeiro Sousa:
“Ter respeito não é só amor, é acabar com o feminicídio.”
Maria Eduarda da Costa, da Escola Municipal Padre José Walleck – Núcleo, orientada pela professora Meirivoni Freitas Costa Anacleto:
“Respeito, uma escolha que mudará o mundo!”
Ana Cláudia Rodrigues de Oliveira, da Escola Municipal Padre Antônio Batista de Carvalho, orientada pela professora Fernanda Ferreira Gomes Damasceno:
“Mulher, sua força inspira. Estamos com você!”
Sophia Maria Vieira Silva, da Escola Municipal Naytiara Franco Cassiano, orientada pela professora Natânia Almeida Faria Freire da Silveira:
“A força do respeito vence a covardia da violência.”
Maria Fernanda Batista de Oliveira, da Escola Municipal Maria Aparecida de Oliveira – Vinculada, orientada pela professora Daiane Fynamore Gomes do Nascimento:
“Sua voz pode mudar uma história, diga não à violência contra a mulher!”
Yuri Gabriel Souza, da Escola Municipal Maria Aparecida de Oliveira, orientado pela professora Luana Lacerda Dutra:
“Quem ama respeita. Não se cale! Denuncie 190!”
Miguel Lopes Gualberto Fernandez, da Escola Municipal Menino Jesus de Praga, orientado pela professora Sônia Maria dos Santos Oliveira:
“Ninguém merece viver dentro de casa em silêncio. Denuncie!”
Rebeca Brum da Silva, da Escola Municipal Luiz Antônio Bastos Cortes, orientada pela professora Margareth Angélica de Sousa:
“Dizer não à violência é defender o direito de cada mulher de viver sua história com segurança, dignidade e voz.”
Sophia Corrêa Batista, da Escola Municipal Gerly Rodrigues Moreira, orientada pelo professor Douglas de Oliveira Souza:
“Agressão contra mulheres é crime. Pare, pense, reflita e denuncie!”
José Paulo Ferraz de Oliveira, da Escola Municipal Geraldo Marques Cevidanes, orientado pela professora Nilma Conceição da Silva Souza:
“A violência machuca, o respeito transforma, sua voz tem força, denuncie!”
Rayner Vieira de Souza Silva, da Escola Municipal Doutor Maninho, orientado pela professora Elenice Consolação Gomes Rodrigues Dias:
“Respeito às mulheres: o caminho para a liberdade!”
Isabelle Christina Marcolino Vieira, da Escola Municipal Ilha da Fantasia, orientada pela professora Creusa Rosa Querino:
“Quem controla agride. Quem ama cuida!”
Alice Ferreira Dias, da Escola Municipal Dona Sebastiana Rita Theodoro, orientada pela professora Vânia Ferreira da Silva Teixeira:
“Violência contra as mulheres: não se cale, denuncie!”
Hanry Lucca da Silva Ribeiro, da Escola Municipal Dona Glorinha Rocha Abelha, orientado pela professora Maria do Rosário Vieira:
“Respeito salva vidas. Diga não à violência contra a mulher!”
Gustavo Luccas Martins, da Escola Municipal Nossa Senhora do Carmo, orientado pela professora Patrícia Rodrigues Campos Loures:
“O respeito com as mulheres começa em casa, cresce na escola e muda o mundo!”
Roberta Victória Martins Dias, da Escola Municipal Dário Grossi, orientada pela professora Jowana Cristiani Batista:
“A intolerância tem que ser tratada e não reproduzida.”
Maria Cecília de Almeida Alves, da Escola Municipal Bezerra de Menezes, sob orientação da professora Leila Aparecida Ribeiro de Sousa:
“Se tratarmos as mulheres com atenção e respeito, construiremos um mundo melhor.”
João Pedro Maia da Silva, da Escola Municipal Barquinho Amarelo, sob orientação da professora Elzilene Gomes Lacerda:
“Mulher não é propriedade, é prioridade!”
Kevelin Cristine Gonzaga de Souza, da Escola Municipal Antônio Martins Teixeira, sob orientação da professora Dirce Maria Pontes Assis:
“Violência contra a mulher é crime. Respeitá-la é dever de todos.”
A campanha também reforça que a violência contra a mulher não deve ser silenciada. Violência não tem desculpa. Tem lei. Tem denúncia.
Em situações de violência ou para buscar orientação e atendimento, estão disponíveis os seguintes canais:
A iniciativa integra as ações do Agosto Lilás, reforçando a importância da educação para o respeito, da prevenção e da denúncia como instrumentos de enfrentamento à violência contra a mulher.


