Janeiro Branco

Publicado por Comunicação, 29/01/2018
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Janeiro Branco

Continuando na ‘série’ “CARATINGA MELHOR EM UM CAPÍTULO POR VEZ”…

…No capítulo JANEIRO BRANCO…

…Vamos apresentar um cuidado especial da Prefeitura de Caratinga no âmbito social.

O tema é: “QUEM CUIDA DA MENTE CUIDA DA VIDA”. Durante todo o mês de janeiro foram oferecidas às pessoas assistidas pela Secretaria de Desenvolvimento Social a partir do CRAS Esplanada, palestras psicoeducativas voltadas aos cuidados com a mente.

Os trabalhos voltados aos grupos de famílias acontecem em diferentes regiões da cidade e possibilitam que as pessoas pensem sobre suas vidas, a qualidade dos seus relacionamentos, o quanto conhecem sobre si mesmas, suas emoções seus pensamentos e sobre seus comportamentos.

A Campanha janeiro Branco acontece no mês da Janeiro, porém, o trabalho é desenvolvido com as famílias assistidas durante todo o ano. E é realizado por psicólogos, e assistentes sociais da Secretaria de Desenvolvimento Social. Tal trabalho tem proporcionado às famílias resultados significativos frente as vulnerabilidades vivenciadas. Através da convivência os participantes vêm aprendendo controlar a angustia, e a perda de controle de seus afazeres. Controlando suas mentes de um modo geral.

Wanderley Fernandes – um dos assistidos pelo CRAS do Bairro Esplanada, se faz um exemplo ao dizer que: “as palestras e roda de conversas são muito boas, excelentes, proveitosas. É muito bom participar em grupo o pessoal aqui é muito bom adora frequentar o CRAS, aqui aprendo lidar com meu dia a dia, com meus problemas emocionais, estas reuniões e palestras são muito boas para nós, o que a gente aprende aqui serve para nós controlarmos melhor nossos impulsos.”

Sabemos que as dificuldades da vida agridem diretamente a estabilidade humana em todos os seus sentidos, incluindo o emocional. A Prefeitura de Caratinga entende que para ajudar pessoas em estado de vulnerabilidade social, é imprescindível o cuidado com a mente dos assistidos, pois fatalmente se encontram tão fragilizadas quanto sua realidade social.